quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Fanfic- Amor a primeira vista

Sinopse: Essa história irá contar a vida de quatro garotas que moram no Brasil e vão passar as férias em Londres, no decorrer do tempo S/n irá conhecer Louis Tomlison e surgirá uma grande paixão entre eles [...]

Personagens: Personagens: Carrie Parker, Harry Styles, Alice Scott, Zayn Malik, S/n Campbell, Niall Horan, Meg Sparks, Liam Payne, Danielle Peazer, Louis Tomlinson ...

Gênero: Romance 

Censura: + 14 


Liam Payne, 21 anos, namorado de Danielle Peazer.



























Louis Tomlinson, 24 anos, mora em Londres 
Niall Horan, 21 anos, solteiro.
Zayn Malik, 21 anos, solteiro.
S/n Campbell, brasileira, 22 anos, estudante de moda.
Carrie Parker, brasileira, 18 anos, terminando cursinho.

Meg Sparks, brasileira, 19 anos, estudante de design interior.
Alice Scott, brasileira, 20 anos, professora de inglês.


















            
Danielle Peazer, 26 anos, dançarina, namorada de Liam Payne. 










































Harry Styles, 19 anos, solteiro.



Curiosas  ? Fiquem ligadinhas, logo logo irei postar o primeiro capítulo. 

Beijos















terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Aviso

Olá pessoal, eu meio que abandonei o blogger e tal [...] mas agora estou de volta :3 irei começar uma fanfic logo mais. Hoje vou começar a escrever a sinopse. Por enquanto é só isso. Espero realmente que leiam.

Beijos


Imagine - Harry Styles



     Eu andava nas ruas silenciosas de Londres, já era tarde e estava cansada demais para prestar atenção em volta.
Eu e Harry, meu namorado, acabamos de ter a pior briga de toda a minha vida, ele me falou coisas que eu jurei nunca escutar, me expulsou da sua casa já que ele pagava as contas, eu não tinha exatamente pra onde ir, então andava sozinha nas ruas frias esperando algo acontecer. 
- E ai gracinha - escutei um voz no meu ouvido e apartei meu casaco continuando a andar, só que dessa vez mais rápido- você não vai conseguir fugir - ele me virou, vi um menino novo na minha frente, ele tinha a feição bonita, mas seu sorriso denunciava o mal carácter - o que um moça bonita como você faz andando aqui sozinha essa hora?
- E-eu estou indo para casa - menti olhando para baixo.
- Certo, sua casa é nessa rua? - ele falou apertando ainda mais meu braço.
- Sim - sentia sua respiração. 
- Então sabidinha me diga o nome dessa rua - me tremi dos pés a cabeça, que diabo de rua é essa?
- É… hum - eu olhei em volta e nada de placas.
- Não devia ter mentido para mim querida - foi me puxando apertando meu braço e as lágrima gossas já caiam novamente naquele dia.
Entrou num beco escuro e eu senti um cheiro estranho e desconhecido, mas antes de pensar em qualquer coisa ele me empurrou naquela parede suja e começou a beijar meu pescoço, tentei relutar, mas ele além de grande tinha muita força, senti meu casaco logo sendo tirado e depois minha blusa, quando tive coragem de me olhar, estava só de roupas íntimas. 
- N-Não por favor eu… - tentei falar, mas ele me beijou, não foi correspondido como já esperava, suas mãos chegaram nas minhas costas e desabutuaram meu sutiã.  
Ele apertava meus seios de uma maneira tão nojenta que eu chorei, chorei de soluçar, logo estavamos no chão e ele tirou minha calcinha me penetrando sem aviso e forte demais. Seus movimentos bruscos me machucavam de todas as formar, apertando minhas coxas forte demais, segurava meu pulso, ja que eu tentava o fazer parar com socos, mas aquilo, meu choro, meus gritos e soluços só pareciam do dar mais prazer e assim senti tudo ficar escuro e a dor sumindo aos poucos. 
Harry Styles POV’S
Eu não sei ao certo o que me deu para falar aquelas coisa a (s/n), eu não me senti mau quando vi suas lágrimas caindo e continuei falando, besteiras saindo da minha boca o tempo inteiro.
Flashback on
- Você não entende? - gritei segurando meus cabelos com força - Eu te dou tudo e não me agradece!
- Harry você que me pediu para vir morar com você! - ela falou chorando e eu não tive pena, falei a primeira coisa que veio a minha cabeça. 
- Claro, você é uma órfã que nem a família pode ajudar, eu tive pena de te deixar naquele local e te trouxe para essa nova vida - falei sem pensar, mas não voltaria atrás - mas estou arrependido, ta tudo acabado (s/n) e quero que saia agora da minha casa - virei caminhando até a porta e abrindo sem a olhar. 
- É isso que quer? - ela falou de frente para mim. É claro que não quero isso, mas eu sempre fazia tudo por ela “por ser uma menina que não tinha ninguém” e ela me deixou de lado hoje para estudar.  
- Sim - falei agora a olhando e percebi seu olhar perdido, eu sabia que nao tinha para onde ir - se quiser que eu ligue para o Niall e fique na casa dele eu…
- Não precisa - ela falou saindo e indo pelas escadas do prédio, mas não antes de eu escutar seus soluços.
Flashback off
Agora eu estou aqui ligando para seu celular depois de três horas que saiu da nossa casa, mas ela não me atende. Deve estar com muita raiva. Tentei mais uma vez e dessa vez atendeu, mas a voz que escutei não foi a dela.
- Meu Deus, com quem falo? - uma voz masculina perguntou desesperada. 
- Com o Harry, posso saber com quem falo - perguntei estranhando um cara atender o celular da minha namorada
- Você conhece a moça dona desse celular? - ele perguntou e depois escutei uns gritos no fundo.
- Sim cara é minha namorada, o que aconteceu? - perguntei desesperado ao escutar o barulho de uma ambulância. 
- Eu sinto muito - minhas mãos nunca tremeram tanto - eu estava passando aqui com minha namorada e vi um corpo jogado, no começo pensava que era algum drogado, mas quando cheguei perto vi uma menina só com roupas íntimas, ela estar toda roxa cara e não acorda desde a hora que eu a vi aqui, chamei uma ambulância e…
- Vocês estão aonde? - perguntei com as lágrimas caindo e o peso da culpa nas minhas costas.
- Estão levando ela para o hospital do centro.
- E-eu já estou indo, obrigado.
Desci as escadas rapidamente quase que caindo sobre meus próprios pés, minha cabeça doia. Eu sabia que não podia a deixar só, ela não tinha família, só tinha a mim e eu a neguei. Tudo é culpa minha. Dirigi até o hospital com as mãos trémulas e suadas. 
- Minha namorada ela… ela foi estuprada e estar nesse hospital - falei rápido demais para a recepcionista do hospital. 
- Calma senhor, pode me dizer o nome dela? 
- (S/N/C) por favor eu preciso… - não terminei de falar por falta de ar, meus pulmões pareciam querer ficarem minúsculos. 
- Senhor, ela estar no quarto 335 no quarto andar - ela me disse botando um crachá na minha blusa social. 
- Obrigado.
Sai corrento ate o elevador, subi sozinho e isso me deu mais espaço para chorar, chegando lá vi um grande corredor e vários médicos passando.
- Com licença - chamei um velho médio que parecia estar voltando de alguma coisa - minha namorada estar aqui e queria saber sua situação. 
- Qual o nome? - perguntou olhando para a prancheta na sua mão. 
- (S/n).
- Oh sim, estou voltando do quarto dela agora meu rapaz - ele falou segurando um dos meus ombros.
- Estar tudo bem? - perguntei olhando para ele de uma forma desesperada. 
- Sim, com ela sim, mas com seu psicológico não - o olhei esperando uma explicação - ela acordou chorando e falando nada com nada, primeiro começou a suar frio e pedindo sua mãe, mas depois começou a chorar desesperadamente, não sei o que aconteceu antes de você sabe… ser estuprada - aquilo estava me matando - mas ela estar pertubada - ele falou agora andando até o quarto comigo.
- Ela não falou nada sobre o cara que fez isso com ela? - eu estava com vontade de achar esse cara só para dar um tiro no meio da sua testa, entenda, eu que tirei a virgindade da (s/n) ela nunca tinha feito com qualquer outro homem, e fiquem sabendo que quando o homem tira a virgindade da menina que ama tudo muda, eu virei mais ciumento depois que aconteceu, penso em me casar com ela todos os dias da minha vida e já tinha deixado claro que eu seria seu único e exclusivo homem. Um babaca faz isso com ela, logo com a menina que eu amo?
- Não, na verdade ela só falava da sua família, tem algo ruim?
- A família dela morreu toda num acidente de carro - falei baixo lembrando das minhas horríveis palavras horas antes - só ela que sobreviveu.  
- Então… meu Deus - ele falou me assustando, abriu a porta do quarto e vi ela olhando para o teto, sem expressão alguma.
- Oi doutor - ela falou sentando e nem me olhando, devia estar com muita raiva - minha família já chegou? - o que…
- Você sabe quem é esse rapaz? - ele perguntou me puxando, é claro que sim sou o namorado dela!
- Não… devia conhecer? - ela falou me olhando e senti meu estômago afundar - Você tem olhos bonitos, ah já sei, é namorado da minha irmã? - ela falou tão naturalmente que me fez perder as forças, a irmã dela estava morta. 
- Meu doce, vamos ali fora e já voltamos pode ser? - o medico falou me puxando, mas não queria sair ela me olhou sorrindo e acenou, como se fosse a primeira vez que me visse. Ela me esqueceu. 
- Doutor… ela… não…
- Eu sinto muito - ele falou escrevendo na sua prancheta - ela esqueceu de tudo que aconteceu antes da dor, foi como se sua cabeça a fizesse deletar tudo de ruim que aconteceu na sua vida, eu vou consertar isso. 
Tipo eu ter expulsado ela de casa e falado coisas horríveis? Isso é uma coisa ruim! Eu fiz parte disso.
Sentei na cadeira grande que tinha ali e não me aguentei, chorei por tudo, por não ser bom o suficiente, por não cumprir minha promessa de estar ao seu lado nas horas ruins, por ter deixado ela ser estuprada, por jogar tudo de ruim da sua vida em palavras mau colocadas. Era tudo culpa minha. A menina que eu amo, não sabe quem sou eu.

Não sei se ficou bom para ter continuação, então, se quiserem me avisem! 

sábado, 28 de setembro de 2013

Aviso

Temos uma nova escritora u.u ela se chama Vitória Bernardo e vai escrever os imagines :) 

Espero que gostem dela 

Beijos

sábado, 21 de setembro de 2013

Just give me a reason - Capítulo 9

- Será que posso interromper seus pensamentos por alguns minutos – fui tirada de meu surto particular por um Harry parado na minha frente com uma caixa branca e sorrindo.
- Bobo – falei e ele me entregou a caixa se sentando ao meu lado.
- Você sabe fazer isso? – ele perguntou quando peguei um algodão na caixa.
- Calado – mandei e comecei a limpar seus cortes.

Depois de alguns minutos e muitos gritos do Harry eu acabei de limpar tudo. Encostei-me nele e assistimos TV a tarde toda. Uma ótima tarde.

Era noite quando olhei a hora.
- Esta tarde – falei – tenho que ir – me levantei do sofá, indo até minha mochila.
- Dorme aqui – ele falou, baixo e sem graça.
- O que? – fingi não ouvir.
- Dorme aqui – ele repetiu um pouco mais alto.
- Pode repetir, não ouvi – sorri.
- DORME AQUI – ele gritou irritado e eu ri e isso o deixou mais irritado– e você ri – ele saiu da sala e subiu as escadas.
Fui atrás dele e entrei no que eu acho que é o quarto dele. O quarto mais bonito que já vi. Ele estava sentado na cama com a cabeça entre as mãos.
- Harry – falei e cheguei mais perto dele, parando em sua frente – desculpe.
- Não – ele começou atrapalhado – é que você e a primeira garota que eu gosto e que gosta de mim também, eu acho, e você também é minha primeira namorada, e eu não sei como agir, e você rindo da minha cara não ajuda...
- Hey – falei e ajoelhei na frente dele e ele olhou pra mim, seus olhos mostravam o quão perturbado ele estava – primeiro, eu gosto de você. Segundo, sou sua namorada e você tem que agir do jeito que acha que deve agir. Terceiro, eu gosto de te ver sem graça – sorri quando ele ficou sem graça – você fica sexy sem graça – sussurrei essa parte e ele ficou mais sem graça ainda e eu ri, dei-lhe um selinho – ainda quer minha companhia essa noite?
- Quero sua companhia sempre – ele disse e me puxou para ele me beijando como nunca tinha me beijado, com desejo.
Ele deitou na cama comigo por cima sem quebrar nosso beijo, ate que o ar se fez necessário e ele pareceu notar como estávamos.
- Er... – ele estava tão sem graça, fofo – eu vou pegar uma camiseta pra você e tomar um banho, ok – assenti e sai de cima dele.
Ele levantou da cama e foi ate o guarda roupa e pegou uma camiseta dele, me entregou e foi para o banheiro sem dizer nada. Depois que ouvi o chuveiro ligar gargalhei alto. Eu estou parecendo uma garotinha de 15 anos com o primeiro namorado, por deuses.

Just give me a reason - Capítulo 8

Estaquei ao ouvir ele me chamar de namorada. Taylor aparentemente também, pois soltou meu braço e logo eu estava nos braços do Harry, ele me abraçava pela cintura e encarava Taylor mortalmente.
- Ela não é sua namorada – Taylor disse – ela é minha namorada – ele estava com raiva, eu o conheço o suficiente para saber.
- Não – Harry falou, ele estava com mais raiva ainda – ela não é mais sua namorada a partir do momento em que você a traiu com uma qualquer – ele apertou mais a minha cintura a eu o abracei também.
Do nada um punho veio em direção ao rosto do Harry e ele cambaleou me soltando. Logo ele e Taylor davam socos um no outro até que Taylor caiu no chão e vi que Harry ia continuar batendo nele, então entrei no meio.
- Ok chega – coloquei minhas mãos em seu peito e ele olhou para mim – Taylor, va embora e não me procure mais – falei virando a cabeça para ele e voltei meu olhar ao Harry. Seu roto está tão machucado, e é tudo culpa minha. Ele me abraçou assim que Taylor foi embora e a multidão que eu nem tinha visto se formar se dissipou.
Harry me levou até uma Land Rover que eu nunca tinha visto e se encostou nela e ficou me olhando. Sua sobrancelha estava cortada e seu lábio também. Só agora percebi que ele estava sem óculos.
- Você está bem? – ele perguntou. Mas não sou eu que devia fazer essa pergunta.
- EU devia perguntar isso – falei baixo e ele riu – temos que ir até a enfermaria.
- Não – ele disse com uma careta – detesto qualquer coisa que pareça com um hospital. Na minha casa tem um Kit de primeiros socorros, você cuida de mim – eu ri, mas uma coisa que está me matando é “somos namorados?”
- Certo – falei e ele sorriu – mas – sorriso sumiu – sou sua namorada? – perguntei tão baixo que nem sei como ele ouviu.
- Bom – ele começou e vi que estava sem graça – eu achei que sim, sei que não fiz nenhum pedido... – ele começou a falar coisas nada a ver com nada.
- Hey – falei e ele me olhou – você me quer como sua namorada? – perguntei e ele assentiu – então sou sua namorada – ele riu dei-lhe um selinho fraco, pois ele estava machucado.
- Certo, vamos – ele apertou o alarme e o carro abriu olhei-o interrogativa e ele deu de ombros.

Quando chegamos a sua casa, casa não, uma quase mansão, eu realmente fiquei surpresa.
- Certo, você e um rico que anda de ônibus – falei descendo do carro e ele riu entrelaçando nossos dedos.
- Bom, não sou muito de chamar atenção – ele falou abrindo a porta da frente mostrando uma casa muito bonita.
- Uau – falei.
- Fique a vontade – ele disse me levando até a sala – eu já venho.
Sentei no sofá e fiquei o esperando. EU ESTOU NAMORANDO UM CARA RICO, GOSTOSO, GENTIL, DELICIOSO, COM OLHOS LINDO, UM CORPO QUE PELOS DEUSES. Ta parei. Mas cara, que diria que eu estaria namorando Harry Styles depois de menos de uma semana de convivência. Fora que ele tem todo aquele jeito fofo dele. Awn. To apaixonada. Tenho certeza.

Just give me a reason - Capítulo 7

Quando aquele barulho horrível chamado despertador começou eu já estava acordada. É segunda e meu domingo foi digamos assim, horrível.
Passei o domingo todo na cama olhando pro teto tentando não enlouquecer. Afinal, tem o Harry delicia me deixando louca. Mas não sei se estou pronta para algo, faz uma semana ou menos que eu e Taylor terminamos. E eu gostava dele, não o amava, nunca disse que o amava, mas gostava e fui decepcionada. 
E Harry parece que não quer nada sério, ou talvez... Ah seila. Vou tomar banho e tentar parar de pensar nisso, porque se não, não levanto hoje, e mesmo estando quase louca, quero vê-lo.
Enquanto tomei banho fiquei pensando em como agir com Harry na escola ou em qualquer outro lugar. Ele disse pra fazer o que eu quiser, certo? Será que está incluído arrasta-lo para meu quarto despi-lo e usá-lo? Ri disso, enquanto procurava uma roupa diferente para ir para a escola.
Escolhi um short jeans e uma blusa verde. Sim, eu gosto de verde, algum problema?

Encostei minha moto na escola e quase tive um ataque cardíaco. Taylor estava parado ao lado de seu carro conversando com um garoto qualquer. Harry me olhou do outro lado do estacionamento e vi que ficou preocupado. Talvez pelo fato de eu ter ficado pálida.
Comecei a andar como se nada estivesse acontecido e estava quase no Harry quando senti uma mão segurar meu braço.
- Temos que conversar – escutei a voz que um dia já me deixou arrepiada, mas hoje não me fazia sentir nada, a não ser raiva.
- Não temos nada para conversar – falei ainda de costas para ele.
- Temos sim – ele me virou ficando bem perto de mim, mas a única coisa que eu podia sentir era nojo. Nojo de já ter gostado dele um dia. Nojo dele ter me traído. Nojo de tudo.
- Me solta por favor? – pedi trincando os dentes – Tenho que ir para a aula.
- Não tem não ainda esta cedo – ele disse olhando em meus olhos e eu so consigo pensar em como eu poderia mata-lo lentamente.
- O que esta acontecendo aqui? – escutei a bela voz rouca, que ultimamente vem causando ótimas reações em mim – Será que você poderia soltar minha namorada?