terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Aviso

Olá pessoal, eu meio que abandonei o blogger e tal [...] mas agora estou de volta :3 irei começar uma fanfic logo mais. Hoje vou começar a escrever a sinopse. Por enquanto é só isso. Espero realmente que leiam.

Beijos


Imagine - Harry Styles



     Eu andava nas ruas silenciosas de Londres, já era tarde e estava cansada demais para prestar atenção em volta.
Eu e Harry, meu namorado, acabamos de ter a pior briga de toda a minha vida, ele me falou coisas que eu jurei nunca escutar, me expulsou da sua casa já que ele pagava as contas, eu não tinha exatamente pra onde ir, então andava sozinha nas ruas frias esperando algo acontecer. 
- E ai gracinha - escutei um voz no meu ouvido e apartei meu casaco continuando a andar, só que dessa vez mais rápido- você não vai conseguir fugir - ele me virou, vi um menino novo na minha frente, ele tinha a feição bonita, mas seu sorriso denunciava o mal carácter - o que um moça bonita como você faz andando aqui sozinha essa hora?
- E-eu estou indo para casa - menti olhando para baixo.
- Certo, sua casa é nessa rua? - ele falou apertando ainda mais meu braço.
- Sim - sentia sua respiração. 
- Então sabidinha me diga o nome dessa rua - me tremi dos pés a cabeça, que diabo de rua é essa?
- É… hum - eu olhei em volta e nada de placas.
- Não devia ter mentido para mim querida - foi me puxando apertando meu braço e as lágrima gossas já caiam novamente naquele dia.
Entrou num beco escuro e eu senti um cheiro estranho e desconhecido, mas antes de pensar em qualquer coisa ele me empurrou naquela parede suja e começou a beijar meu pescoço, tentei relutar, mas ele além de grande tinha muita força, senti meu casaco logo sendo tirado e depois minha blusa, quando tive coragem de me olhar, estava só de roupas íntimas. 
- N-Não por favor eu… - tentei falar, mas ele me beijou, não foi correspondido como já esperava, suas mãos chegaram nas minhas costas e desabutuaram meu sutiã.  
Ele apertava meus seios de uma maneira tão nojenta que eu chorei, chorei de soluçar, logo estavamos no chão e ele tirou minha calcinha me penetrando sem aviso e forte demais. Seus movimentos bruscos me machucavam de todas as formar, apertando minhas coxas forte demais, segurava meu pulso, ja que eu tentava o fazer parar com socos, mas aquilo, meu choro, meus gritos e soluços só pareciam do dar mais prazer e assim senti tudo ficar escuro e a dor sumindo aos poucos. 
Harry Styles POV’S
Eu não sei ao certo o que me deu para falar aquelas coisa a (s/n), eu não me senti mau quando vi suas lágrimas caindo e continuei falando, besteiras saindo da minha boca o tempo inteiro.
Flashback on
- Você não entende? - gritei segurando meus cabelos com força - Eu te dou tudo e não me agradece!
- Harry você que me pediu para vir morar com você! - ela falou chorando e eu não tive pena, falei a primeira coisa que veio a minha cabeça. 
- Claro, você é uma órfã que nem a família pode ajudar, eu tive pena de te deixar naquele local e te trouxe para essa nova vida - falei sem pensar, mas não voltaria atrás - mas estou arrependido, ta tudo acabado (s/n) e quero que saia agora da minha casa - virei caminhando até a porta e abrindo sem a olhar. 
- É isso que quer? - ela falou de frente para mim. É claro que não quero isso, mas eu sempre fazia tudo por ela “por ser uma menina que não tinha ninguém” e ela me deixou de lado hoje para estudar.  
- Sim - falei agora a olhando e percebi seu olhar perdido, eu sabia que nao tinha para onde ir - se quiser que eu ligue para o Niall e fique na casa dele eu…
- Não precisa - ela falou saindo e indo pelas escadas do prédio, mas não antes de eu escutar seus soluços.
Flashback off
Agora eu estou aqui ligando para seu celular depois de três horas que saiu da nossa casa, mas ela não me atende. Deve estar com muita raiva. Tentei mais uma vez e dessa vez atendeu, mas a voz que escutei não foi a dela.
- Meu Deus, com quem falo? - uma voz masculina perguntou desesperada. 
- Com o Harry, posso saber com quem falo - perguntei estranhando um cara atender o celular da minha namorada
- Você conhece a moça dona desse celular? - ele perguntou e depois escutei uns gritos no fundo.
- Sim cara é minha namorada, o que aconteceu? - perguntei desesperado ao escutar o barulho de uma ambulância. 
- Eu sinto muito - minhas mãos nunca tremeram tanto - eu estava passando aqui com minha namorada e vi um corpo jogado, no começo pensava que era algum drogado, mas quando cheguei perto vi uma menina só com roupas íntimas, ela estar toda roxa cara e não acorda desde a hora que eu a vi aqui, chamei uma ambulância e…
- Vocês estão aonde? - perguntei com as lágrimas caindo e o peso da culpa nas minhas costas.
- Estão levando ela para o hospital do centro.
- E-eu já estou indo, obrigado.
Desci as escadas rapidamente quase que caindo sobre meus próprios pés, minha cabeça doia. Eu sabia que não podia a deixar só, ela não tinha família, só tinha a mim e eu a neguei. Tudo é culpa minha. Dirigi até o hospital com as mãos trémulas e suadas. 
- Minha namorada ela… ela foi estuprada e estar nesse hospital - falei rápido demais para a recepcionista do hospital. 
- Calma senhor, pode me dizer o nome dela? 
- (S/N/C) por favor eu preciso… - não terminei de falar por falta de ar, meus pulmões pareciam querer ficarem minúsculos. 
- Senhor, ela estar no quarto 335 no quarto andar - ela me disse botando um crachá na minha blusa social. 
- Obrigado.
Sai corrento ate o elevador, subi sozinho e isso me deu mais espaço para chorar, chegando lá vi um grande corredor e vários médicos passando.
- Com licença - chamei um velho médio que parecia estar voltando de alguma coisa - minha namorada estar aqui e queria saber sua situação. 
- Qual o nome? - perguntou olhando para a prancheta na sua mão. 
- (S/n).
- Oh sim, estou voltando do quarto dela agora meu rapaz - ele falou segurando um dos meus ombros.
- Estar tudo bem? - perguntei olhando para ele de uma forma desesperada. 
- Sim, com ela sim, mas com seu psicológico não - o olhei esperando uma explicação - ela acordou chorando e falando nada com nada, primeiro começou a suar frio e pedindo sua mãe, mas depois começou a chorar desesperadamente, não sei o que aconteceu antes de você sabe… ser estuprada - aquilo estava me matando - mas ela estar pertubada - ele falou agora andando até o quarto comigo.
- Ela não falou nada sobre o cara que fez isso com ela? - eu estava com vontade de achar esse cara só para dar um tiro no meio da sua testa, entenda, eu que tirei a virgindade da (s/n) ela nunca tinha feito com qualquer outro homem, e fiquem sabendo que quando o homem tira a virgindade da menina que ama tudo muda, eu virei mais ciumento depois que aconteceu, penso em me casar com ela todos os dias da minha vida e já tinha deixado claro que eu seria seu único e exclusivo homem. Um babaca faz isso com ela, logo com a menina que eu amo?
- Não, na verdade ela só falava da sua família, tem algo ruim?
- A família dela morreu toda num acidente de carro - falei baixo lembrando das minhas horríveis palavras horas antes - só ela que sobreviveu.  
- Então… meu Deus - ele falou me assustando, abriu a porta do quarto e vi ela olhando para o teto, sem expressão alguma.
- Oi doutor - ela falou sentando e nem me olhando, devia estar com muita raiva - minha família já chegou? - o que…
- Você sabe quem é esse rapaz? - ele perguntou me puxando, é claro que sim sou o namorado dela!
- Não… devia conhecer? - ela falou me olhando e senti meu estômago afundar - Você tem olhos bonitos, ah já sei, é namorado da minha irmã? - ela falou tão naturalmente que me fez perder as forças, a irmã dela estava morta. 
- Meu doce, vamos ali fora e já voltamos pode ser? - o medico falou me puxando, mas não queria sair ela me olhou sorrindo e acenou, como se fosse a primeira vez que me visse. Ela me esqueceu. 
- Doutor… ela… não…
- Eu sinto muito - ele falou escrevendo na sua prancheta - ela esqueceu de tudo que aconteceu antes da dor, foi como se sua cabeça a fizesse deletar tudo de ruim que aconteceu na sua vida, eu vou consertar isso. 
Tipo eu ter expulsado ela de casa e falado coisas horríveis? Isso é uma coisa ruim! Eu fiz parte disso.
Sentei na cadeira grande que tinha ali e não me aguentei, chorei por tudo, por não ser bom o suficiente, por não cumprir minha promessa de estar ao seu lado nas horas ruins, por ter deixado ela ser estuprada, por jogar tudo de ruim da sua vida em palavras mau colocadas. Era tudo culpa minha. A menina que eu amo, não sabe quem sou eu.

Não sei se ficou bom para ter continuação, então, se quiserem me avisem!